quinta-feira, 4 de junho de 2009
A família Silva
O senhor e a senhora Silva costumam preparar pratos deliciosos e sempre diferentes. O João e o Rafael estão sempre ansiosos e curiosos em descobrir a nova refeição, por isso estão sempre dispostos a pôr a mesa.
Depois de se deliciarem com mais um belo prato, o João e o Rafael saboreiam a sobremesa, antes de tirar a mesa e de ir ver televisão com os pais.
No entanto, esta família feliz, alegre e sempre bem-disposta quebrou esta rotina naquela manhã…
O Rafael e o João acordaram antes dos pais para ir provar o bolo que o pai tinha feito e que tinha ordenado para não comerem. Eles bem tentaram, mas não conseguiram… a guloseima foi mais forte do que eles. Foram à cozinha e comeram o bolo todo.
- Ai… Comemos o bolo todo! – exclamou o Rafael.
- É verdade! E agora? – perguntou o João.
- Tenho uma ideia… Vamos fazer outro! – disse o Rafael.
- Boa ideia! Vamos a isso! – exclamou o João.
- Foram buscar os ingredientes e meteram mãos à obra.
Misturaram tudo e colocaram a forma no forno, antes de ir brincar para a rua.
Passado algum tempo, os pais, que estavam a dormir, acordaram com um cheiro a queimado. Levantaram-se rapidamente e foram à cozinha ver o que se passava. Quando abriram a porta, viram fumo e fogo por todo o lado e foram a correr ligar para o 112.
Minutos depois, quando viram chegar os bombeiros, é que o João e o Rafael se lembraram de que tinham deixado o bolo no forno. Ficaram em pânico e foram a correr para casa, com medo que tivesse acontecido alguma coisa aos pais.
Os bombeiros conseguiram apagar o fogo, depois de muito esforço.
Com o susto que apanharam, o João e o Rafael aprenderam uma boa lição: não mexer onde não se deve.
Jaqueline e Sara – 5.ºC
Início de férias azarado
as de Verão num acampamento, no Algarve.Queriam sair sábado de manhã bem cedinho para poderem aproveitar o primeiro dia de férias. Levantaram-se às seis da manhã, tomaram o pequeno-almoço, todos contentes, e prepararam as malas. A seguir, puseram tudo na bagageira e instalaram-se no carro, confortavelmente.
Quando o senhor João tentou ligar o carro, este não pegou. Estava sem bateria! Ele tentou perceber o que podia ter acontecido. Olhou para todos os fios, até que percebeu que tinha deixado as luzes ligadas.
Aborrecido, pegou no telemóvel e ligou para o mecânico, o senhor Vítor, que chegou poucos minutos depois e rebocou o carro para a sua oficina. O senhor Vítor pensava que tinha baterias novas, mas afinal não tinha e teve de telefonar para o seu fornecedor, que chegou passado uma hora.
O mecânico pôde assim trocar a bateria do carro.
Eram dez horas da manhã, quando, finalmente, o senhor João e a senhora Joana conseguiram arrancar, rumo ao Algarve.
Que azarado foi este primeiro dia de férias!!!
Micael Semedo, 5.ºH
A poluição

Ao lado da fábrica viviam três jovens rapazes que detestavam ver o rio a ser poluído e os peixes a morrer.
O Rui, o Rafael e o Miguel passavam as suas tardes a limpar e a tentar salvar os peixes…
Um dia, os rapazes e os habitantes da cidade, fartos de ver os peixes a morrer e as suas terras a não produzir alimentos, decidiram ir falar com os donos da fábrica. Até porque já havia algumas pessoas a ficar doentes.
Quando chegaram perto da fábrica elegeram um porta-voz para falar com o director da fábrica sobre os prejuízos que esta estava a dar às pessoas da cidade, ao rio e aos peixes.
Depois de o porta-voz ter entrado no gabinete do director, o resto dos manifestantes começou a protestar, gritando:
-Parem com a poluição! Queremos um rio limpo! Queremos poder comer os peixes do nosso rio! Queremos ver o Sol!
Ao ouvir os protestos, o director ficou espantado com tanta gente e decidiu deixar de poluir o rio e pagar os estragos que tinha feito.
Desde esse dia, o rio deixou de estar sujo, o céu ficou azul, via-se o sol brilhar e os peixes nadavam alegremente na água limpa e clara.
Onésimo Silveira – 5.ºJ
A poluição
As chaminés deitavam fumo para o céu, tornando-o escuro. As árvores ficavam secas e as flores ficavam murchas.
As crianças estavam preocupadas e começaram a tentar limpar o rio. Tiravam a lama, apanhavam os peixes mortos e punham-nos no lixo, colocavam os peixes que ainda não tinham morrido no meio aquático…
Um dia, os habitantes da cidade foram ajudar a limpar o rio e aproveitaram para falar com o chefe. Disseram-lhe que a sua fábrica estava a matar os animais e as plantas.
As palavras das pessoas fizeram com que o chefe decidisse deixar de poluir o meio ambiente.
Desde esse dia, os habitantes, os animais e as plantas passaram a viver mais felizes.
Maura, 5.ºL
A vizinha manhosa

Ela tinha os lábios e os olhos pintados. Trazia aqueles vestidos brancos, lindos. Com ar muito importante, aproximou-se do jardim dos vizinhos e disse olá ao jardineiro.
Ele, aflito, olhou de lado para a mulher, para ver se ela se tinha apercebido. Como viu que não tinha dado por nada, disse-lhe para ela ir descansar, pois estava muito cansada.
- Vou sim, pois estou com muito sono respondeu.
Quando ela se afastou, o jardineiro colheu um ramo de tulipas e foi oferecê-lo à vizinha manhosa.
A mulher do jardineiro, quando foi fechar o estore da janela para dormir, viu o seu marido a oferecer as flores à vizinha.
Foi então que a sua boa disposição se transformou em ciúmes. Passou a tentar imitá-la. Pintou os olhos e os lábios, mas como não tinha jeito para maquilhagem borrou-se toda. Furiosa, foi espreitar a vizinha para aprender.
Chegou à janela do quarto dela e espreitou. Investigou… Investigou… Mas nada via.
Um dia, seguiu a vizinha ao vê-la entrar toda vaidosa.
O marido, ao vê-la ir na direcção da janela, foi também atrás.
Quando se aproximaram, deram, cara a cara, um com o outro e desataram a gritar. Não porque se assustaram por se terem encontrado ali, mas sim porque viram a vizinha sem maquilhagem. Ela estava horrível. Tinha os cabelos no ar e a cara cheia de borbulhas. Parecia uma verdadeira bruxa.
A partir desse dia, a vizinha manhosa perdeu todo o seu encanto.
Cintia Cardoso – 5.ºI
A Ovelha Generosa
- Não acaba. Nunca acaba. Conhecem aquele ditado: “Quem dá por bem, muito lhe cresce também”? Pois é o que eu faço.
E a ovelha generosa lá foi atender uma avó, que precisava de um novelo para um casaquinho de bebé, o seu primeiro neto que estava para nascer…
A ovelha continuou a oferecer lã. Sempre e cada vez mais…
Um dia, dois senhores espalharam cartazes pela aldeia, nos quais diziam que procuravam uma ovelha disposta a oferecer lã para uma causa nobre.
A ovelha viu o cartaz e decidiu ir ao encontro dos dois senhores, para que eles lhe explicassem melhor esta proposta.
Aceitou. Mas, de tanto oferecer lã, começou a ficar cansada e desconfiada. Um dia seguiu-os e viu-os a vender a lã, em vez de ajudar as pessoas.
A ovelha ficou muito magoada. Então, quando eles lhe foram pedir novamente lã, ela não lhes quis dar mais. Disse-lhes que os tinha visto a vender a sua lã e não oferecê-la.
Desde esse dia, ela desistiu daquele trabalho e de ser tão generosa.
Jaceline e Razvan – 8.ºI
O Papagaio bem ensinado

Num dia de sol, enquanto o merceeiro estava no armazém, entrou um cliente que, por brincadeira, ensinou o papagaio a dizer: “Está tudo podre!” O papagaio ficou com aquelas palavras na ponta da língua e sempre que aparecia um freguês ele avisava, dizendo: “Está tudo podre!” Os clientes ficavam desconfiados, pensando que as frutas estavam podres, e iam-se embora sem comprar nada.
Farto de perder clientes, o merceeiro ofereceu o papagaio a um barbeiro. Infelizmente para o barbeiro, o cliente que ensinou o passaroco a proferir aquelas palavras também frequentava a barbearia e ensinou-o a dizer: “Corta-lhe a orelha!”
A partir daí, o papagaio, sempre que um freguês se sentava na cadeira para ser barbeado, pedia:
- Corta-lhe a orelha!
As pessoas ficavam assustadas e iam-se embora.
O barbeiro, zangado, pegou no papagaio e atirou-o pela janela. Como ele não estava habituado à liberdade, voltou três vezes seguidas. O barbeiro, farto da sua teimosia, foi buscar uma caçadeira e deu três tiros para o ar, gritando:
- Rua! Rua!
O papagaio, assustado, voou feliz até não poder mais. Foi então que viu um armazém abandonado e decidiu descansar. Entrou e adormeceu.
Ao anoitecer, acordou sobressaltado com o barulho de dois bandos de contrabandistas. Aproximou-se, viu-os fazer as suas trocas e baldrocas, e disse:
- Está tudo podre!
O chefe de um dos bandos perguntou quem tinha dito que estava tudo podre. Em vez de ter uma resposta, ouviu:
- Corta-lhe a orelha!
Armou-se uma grande zaragata e os dois bandos começaram a lutar. O papagaio, entusiasmado, começou a imitar os tiros da caçadeira.
Cheios de medo, os contrabandistas, pensando que era a polícia, saíram a correr deixando tudo para trás.
Por uma vez, o papagaio acertou nas palavras.
Olga e Onésimo, 5.ºJ
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A Língua Portuguesa

segunda-feira, 1 de junho de 2009
Apresentação
Eu chamo-me Elsa Tavares e tenho onze anos. Moro em Vialonga, na rua Barbosa de Bocage.
Eu gosto de ajudar os meus pais.
Eu ando no 5.ºano e a minha turma é a H.
A minha disciplina preferida é a Língua Portuguesa.
domingo, 25 de janeiro de 2009
O livro mágico
Numa noite de lua cheia, o rei e a rainha andavam a passear pelo jardim do castelo.A certa altura, quando passavam perto da árvore gigantesca, escutaram uma enorme gargalhada. Ficaram paralisados com o barulho e cheios de medo. Aproximaram-se da árvore, muito devagarinho, para ver o que se estava a passar. Quando espreitaram, viram uma bruxa. Era velha, tinha os cabelos compridos e um nariz enorme com uma verruga no lado esquerdo. Trazia um chapéu preto, um vestido preto e uns sapatos pretos. Na mão esquerda tinha uma vassoura.
Assustados, começaram a correr para o castelo. Quando já estavam a abrir a porta, a bruxa apanhou os dois com uma rede e levou-os para a sua gruta. Prendeu-os com uma corda e pôs-lhes fita-cola na boca. Cada vez mais assustados, pensaram que a bruxa os ia comer.
Quando o coelho deu pela falta do rei e da rainha, foi à sua procura no jardim. Não os encontrou, mas apanhou um cabelo da bruxa. Assustado, foi até à gruta para ver se eles lá estavam.
Como era esperto, o coelho escondeu-se no meio de duas pedras. Foi assim que viu os seus donos amarrados, mesmo por cima do caldeirão. No chão, viu um livro mágico. Pegou nele e começou a lê-lo em voz alta:
- Tim, tim tam! Faz com que este rei e esta rainha se libertem e sejam felizes.
Com estas palavras, o caldeirão desapareceu e os reis ficaram livres.
Já estavam a sair da gruta quando, de repente, viram a bruxa aproximar-se. Esconderam-se rapidamente e deixaram-na entrar, antes de continuarem o seu caminho.
Quando chegaram ao castelo, fecharam bem a porta para a bruxa não entrar.
A partir desse dia, tiveram mais cuidado e nunca mais passearam no jardim à noite.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Naruto
O meu texto fala sobre Naruto que é uma personagem de um jogo. O criador do jogo chama-se Masashi-kishimoto. Ele nasceu no dia 8 de Novembro de 1974, em Katsuna, no Japão. Começou a desenhar muito jovem porque o sonho dele era ser mangaka. Mangaka é uma palavra japonesa usada para identificar um desenhista ou um cartonista. A sua primeira obra foi publicada em 1996 pela editora sheisha.
O jogo Naruto foi publicado pela editora shovnem jump, foi um grande sucesso e campeão de vendas em quase todo o mundo, vendendo milhões de cópia, em semanas.
O jogo Naruto conta a histótia de um menino que não conheceu os pais. Depois de nascer, a sua aldeia foi atacada por uma raposa gigantesca de nove caudas, alguns ninjas morreram e algumas casas foram destruídas.
Havia um Hokage, o ninja mas forte da aldeia, que usou uma técnica proibida e fechou a raposa dentro de uma criança, essa criança era Uzumaki Naruto. A raposa fazia com que o Naruto ficasse muito forte .
Ele não era bom nas técnicas de ninja, decidiu chamar a atenção das pessoas e por isso queria ser hokage, tornando-se o maior ninja de sempre. A única pessoa que realmente lhe dava atenção era o seu professor da academia.
Passado um tempo, o Naruto roubou o pergaminho para aprender novas técnicas de ninja. De seguida, ele e outros foram fazer o teste para verem se eram bons ninjas, fizeram um torneio e o Naruto venceu.
Gilberto 6ºI
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Lembro-me de alguns feriados que se comemoravam lá em Cabo Verde: o 1 de maio que é o dia do Trabalhador. Nesse dia, eu e a minha família íamos a uma festa em serra Malagueta. Era uma festa onde havia muitas pessoas a dancar e outras pessoas iam à missa e depois iam à festa e outras pessoas faziam a comida. Comíamos arroz com carne, esparguete com frango, bolo de chocolate e bebíamos sumos e coca-cola, e os mais velhos cervejas e vinho.
13 de Maio que era o feriado de Santa Catarina.Eu ea minha família íamos a Assomada para comemorar a festa de Santa Catarina, que é o nome de um concelho da ilha de Santiago.. Íamos à missa com outras famílias e depois íamos para a festa, onde cantávamos, dançávamos e comíamos.
elton 6ºE 10/12/2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
O menino Pedro


Durante dois dias tinha passado por outro sítio onde havia montanhas muito altas, todas verdes e pontiagudas. O menino queria estar lá em cima da montanha para ver como é que era a paisagem do lugar onde estava.
O Leão

Os leões têm dentes grandes e podem pesar 250 quilos e as fêmeas pesam quase 200.
Este animal selvagem vive quase só em Africa, na savana.
Ele alimenta-se de carne de zebra, de veado, de antílopes e de girafa. Em média, uma fêmea precisa de comer cinco quilos de carne por dia e um macho de sete.

terça-feira, 25 de novembro de 2008
FRANÇA
O país tem uma superfície de 547 028 km e 64 473 150 habitantes.
A França faz fronteira com a Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Espanha, Andorra e com o Principiado do Mónaco.
A capital francesa é Paris.
Nicolas Sarkozi é o Presidente da República e François Fillon é o Primeiro-Ministro.
O francês é a língua oficial, no entanto existem oito línguas nacionais: o francês, o catalão, o bretão, o corso, o ocitano, o provençal, o franco-provençal, o basco e o alsaciano.


