terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Fada Cristalina

Num dia de tempestade o vento uivava:
- Uuh! Uuh!
A neve cobria a terra, o frio era intenso. Cristalina, a fada do bosque espreitava abrigada numa folha seca de um carvalho. Ela estava com muito frio e com muito medo. Estava bastante longe de casa e a não ser aquela folha seca, não havia mais nada onde se pudesse proteger. Passou algum tempo, mas a tempestade não acalmou.
Preocupada com o seu reino arriscou e foi andando debaixo da chuva forte. Andou...Andou… mas a chuva não parava e o seu reino ainda era longe.
Desesperada, percebeu que não podia continuar e decidiu encontrar um novo abrigo. Olhou em seu redor e apercebeu-se da existência de uma gruta.
Aliviada, entrou e descansou na esperança de que a tempestade terminasse. Acabou por adormecer e acordou apenas no dia seguinte.
Quando abriu os olhos, apercebeu-se de que tinha amanhecido e de que a tempestade tinha finalmente acabado. Contente, levantou-se e partiu correndo para o seu reino.


Admilson Rosa Bom Jesus, 6.ºA

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O coração

O coração e um músculo cavo. É um enorme vaso com paredes muito grossas (miocárdio).
A forma do coração é um cone invertido. Pesa 250 g e tem o tamanho aproximado de um punho.
O coração está quase no centro do peito e serve para bombear o sangue para todo o corpo. Tem quatro cavidades: a aurícula esquerda, a aurícula direita, o ventrículo esquerdo e o ventrículo direito.
O coração tem uma parede, chama-se septo e divide o coração em duas partes: o lado esquerdo e o lado direito.
O lado esquerdo bombeia o sangue que vem dos pulmões para o resto do corpo.
O lado direito envia do corpo para os pulmões.
O sangue entra na aurícula direita através das veias cavas e depois passa ao ventrículo direito. Sai do coração pela artéria e entra nos pulmões. Nos pulmões, o sangue deixa o gás carbónico e recebe o oxigénio.
O sangue sai dos pulmões pela veia pulmonar e entra na aurícula esquerda do coração. Depois entra no ventrículo esquerdo e sai para todo o corpo pela artéria aorta.

Marian Cristian Nechifor - 5ºF

A praia do Carvoeiro


A praia do Carvoeiro fica no Algarve, a mais de três horas de viagem de Lisboa.
Na principal praia do concelho de Lagoa, o mar é muito sossegado, cristalino e salgado.
No Carvoeiro ouve-se o barulho irritante das gaivotas, o cheiro da maresia enche-me a alma e o mar a bater nas rochas acalma-me.
A areia da praia é branquinha como a neve, está sempre limpa, é quente e fina como a farinha.
As rochas sedimentares são afiadas, finas e compridas como uma espada.
O sol é muito escaldante e avermelhado e aquece a pele e o coração.
À direita, há barcos de várias cores para visitar grutas. Os barcos são pequenos e bonitos. À direita também há balneários para tirar a areia do corpo.
À esquerda, há um restaurante onde podemos degustar saborosos peixes grelhados e uma geladaria onde podemos deliciar-nos com maravilhosos crepes com gelado de menta e chocolate. Também há uma casa onde fica o salva-vidas.
A praia do Carvoeiro é o sítio ideal para passear com a sua família e para apreciar a paisagem.

Teresa 8ºB

A praia da Lourinhã


Na Praia da Lourinhã, que fica a norte de Lisboa na região oeste, há muitas coisas para visitar.
Neste tesouro do litoral oeste, o mar é azul, muito salgado e extremamente agitado. Ouvimos as ondas a bater nas rochas com violência e sentimo-nos pequenos e frágeis.
A areia é fina como a farinha, macia como o algodão, amarela como o ouro.
O sol é escaldante e brilhante e aquece o corpo, a alma e o coração.
As montanhas, à direita, são acastanhadas e imponentes como os gigantes.
Os ruídos das gaivotas são muito agradáveis e o sol a bater nas pedras torna-as brilhantes como as estrelas. Nalgumas dessas pedras existem muitos fósseis que se foram formando há milhares de anos.
Esta relíquia do oeste é extraordinária para quem quer relaxar, porque nos sentimos no paraíso.
Ailton Monteiro 8ºB

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A Prisão



A Vera Zorina vivia num país onde era proibido sonhar.
Um dia, quando estava pensando na sua vida, bateram-lhe à porta.
Quando ouviu o truz, truz, foi tão grande o susto que ela sobressaltou- Tinha medo...pois na noite anterior tinha sonhado.
Dirigiu-se para a porta e perguntou:
-Quem é?
-Sou o agente Barros. -disse o polícia.
A Vera Zorina abriu a porta rapidamente e disse:
-O que foi que eu fiz?
-Muita coisa! Tu sabes bem o que fizeste! Não sabes que é proibido sonhar? -disse o polícia.
-Sei sim!Mas eu não sonhei! -exclamou ele.
-Sonhou...Sonhou...Alíás, a senhora está sempre a sonhar. A dormir ou acordada, não faz outra coisa.
-Como assim? -perguntou a Vera Zorina.
-A dormir, nas lojas, nas feiras, nos mercados...a senhora não pára. Isso não pode ser. Você vai acabar por ser presa.
-Desculpe. Prometo que nunca mais vou sonhar.
Vera Zorina, bem tentou deixar de sonhar, mas não conseguiu.
Assim, passado algum tempo ela foi presa.
Como mesmo na cadeia não conseguia parar de sonhar, a Vera Zorina nunca mais de lá saiu.

Elisabete Silva - 5.ºE

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O lobo dançarino e a sua banda


Um dia havia três porquinhos que pensaram fazer uma banda.
Para isso precisavam de um dançarino e meteram um anúncio no jornal.
Logo nessa tarde, o lobo foi dar uma volta pela cidade e comprou o jornal. Quando viu o anúncio ligou para os três porquinhos para combinar um encontro.
No dia seguinte, eles encontraram-se. Quando viram o lobo, os porquinhos ficaram assustados pois não estavam à espera que um lobo respondesse ao seu anúncio.
Apesar disso, pediram-lhe para dançar.
Espantados com o seu talento, não lhe puderam dizer que não e arriscaram...
Formaram então a sua banda e começaram a dar espectáculos.
No início toda a gente tinha medo, mas depois os três porquinhos acalmaram o público e tudo correu bem.
Dois dos porquinhos cantavam, o terceiro tocava guitarra e o lobo dançava.
Toda a gente passou a adorar os espectáculos da banda e o grupo ficou muito famoso e ganhou muitos prémios musicais.

Helton Tavares - 6.ºH

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tudo ao contrário


O senhor Hepaminondas fazia tudo ao contrário… pendurava o automóvel na corda e guardava as roupas na garagem.
Vestia tudo ao contrário: punha as luvas nos pés, os sapatos nas mãos e os calções na cabeça. A fruta punha-a no chão, a água no fogão e a comida na banheira. Bebia no sapato e do copo fazia um chapéu. Lavava a loiça na máquina de lavar roupa e tomava banho na chuva.
Quando o senhor Hepaminondas saía de casa não atravessava na passadeira e não andava no passeio, mas sim na estrada.
O senhor Hepaminondas era mesmo desastrado.

Janice, 5.ºE

No reino dos animais, havia três porquinhos músicos que queriam fazer uma banda. O problema é que para isso precisavam de um dançarino. Como não conheciam nenhum, puseram um anúncio no jornal.
Foram muitos os pretendentes ao lugar, mas nenhum lhes agradou.
Quando só já faltavam cinco audições, apareceu um lobo que muito os surpreendeu.
Apesar de ele dançar muito bem, eles tiveram muito medo e acharam que era melhor mandá-lo embora.
Chateado, o lobo ameaçou comê-los. Então, os três porquinhos deixaram-no entrar para a sua banda e aceitaram que com eles fosse pelo mundo fora.
A banda tornou-se uma das mais populares do mundo e o lobo e os três porquinhos acabaram por nunca mais se separar e por se tornar grandes amigos.
Eram convidados para dar concertos por toda a parte e ganharam imenso dinheiro. Compraram prédios inteiros, casas maravilhosas e muitos carros.
Mas, como nada é eterno, um dia o sucesso acabou. Tristes e desesperados tiveram de desfazer a banda e de vender algumas para poderem sobreviver.
Foi assim que a carreira do lobo dançarino e da sua banda começou e terminou. Apenas ficou uma bela amizade.



Nireida, 6.ºH

O tesouro

Era uma vez uma menina que se chamava Cristiana e que tinha 12 anos. Ela morava no País Luminoso, com as suas fadas amigas.
Uma dessas fadas era muito especial, porque tinha um grande segredo.
Um dia, essa fada foi falar com a sua melhor amiga, a fada Cristiana, porque precisava de contá-lo a alguém. Já não aguentava mais.
A Cristiana disse-lhe que podia confiar nela, que não contaria nada a ninguém.
Então, a fada contou-lhe tudo, do princípio ao fim. Disse-lhe que havia um tesouro ali perto e que só ela conhecia a sua existência, mas que não o podia ir buscar porque andava sempre um ladrão desconfiado atrás dela.
A Cristiana prometeu ajudá-la.
Assim, alguns dias depois, foram as duas até à gruta onde estava enterrado o tesouro.
Apesar de terem tido muito cuidado, o ladrão conseguiu descobrir onde elas estavam.
As fadas, que eram muito espertas, enganaram-no muito bem. Fizeram-no ir para um sítio escondido da gruta e prenderam-no a uma rocha. Taparam-lhe a boca e deixaram-no lá sozinho.
Depois disso, foram buscar o tesouro e dividiram-no pelos pobres do País Luminoso.

Jaqueline Duarte – 6.ºB

Planeta 51


No planeta 51 havia um monstro com sete cabeças.
Ele destruía tudo o que encontrava no seu caminho.
Nesse planeta havia também um extraterrestre que se chamava Nariz de Elefante. Ele estava com o vírus de uma gripe que só podia ser curado com a poderosa erva que curava todos os males. O problema é que essa erva só se encontrava na gruta onde vivia o monstro das sete cabeças e ele sempre que um extraterrestre se aproximava devorava-o da cabeça aos pés.
Um dia, a mãe do Nariz de Elefante anunciou que quem conseguisse entrar na gruta e colher a erva curadoura seria recompensado com metade da fortuna familiar.
Um jovem corajoso decidiu aventurar-se e prometeu à mãe do Nariz de Elefante trazer-lhe a milagrosa erva.
O povo não acreditava que este jovem conseguisse tal proeza e, no dia seguinte, assistiram à sua partida para a gruta.
Com muito cuidado, o jovem aproximou-se da gruta e espreitou. O monstro das sete cabeças estava a preparar-se para a sua sesta. Então, esperou que ele adormecesse para entrar.
Quando tal aconteceu, entrou muito devagarinho e enfiou-lhe a sua espada no peito.
De volta à aldeia, entregou a erva mágica aos pais do Nariz de Elefante que lhe ficaram muito agradecidos.


Maura Dias, 6.ºL

O lobo dançarino e a sua banda


Na quinta do senhor Joaquim viviam três porquinhos que gostavam muito de música e de tocar. Então, resolveram formar uma banda. Para isso, precisavam de um dançarino.
Como não conheciam nenhum decidiram publicar um anúncio no jornal da quinta e das redondezas:"Procura-se dançarino para a banda "A quinta da bicharada" Se gostas de dançar, temos um desafio par ti.Inscreve-te e vem dançar para nós. Mostra-nos o teu talento."
Houve muitos pretendentes ao lugar, mas para espanto das porquinhos, foi o dançarino que se apresentou em último que mais os impressionou.Era um lobo que dançava maravilhosamente.
Assim, e apesar de algum medo, aceitaram-no na banda.
Juntos, deram muitos concertos e tiveram muito sucesso, gravando vários Cd´s.


Carlos Pamente, 6.ºJ

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O lobo dançarino e a sua banda


No reino dos animais, havia três porquinhos que queriam formar uma banda de música.
Para isso precisavam de um dançarino.Então, decidiram pôr um anúncio no jormal.
Como ninguém respondeu, fizeram muitos cartazes e espalharam-nos pelo reino dos animais.
No cartaz lia-se: "Precisa-se, urgentemente, de um dançarino talentoso!"
Apareceram vários animais, mas nenhum lhes agradava.
Por fim, no último dia,apresentou-se um lobo que os surpreendeu.Ele dançava muito bem e os porquinhos decidiram contratá-lo.
Foi assim que os três porquinhos conseguiram formar a sua banda.
Desde então, eles deram imensos concertos e tiveram muito sucesso.

Micael Semedo, 6.ºH