sexta-feira, 9 de abril de 2010

A Prisão


A Vera Zorina vivia num país onde era proibido sonhar.
Ela era extremamente infeliz, pois o facto de não poder sonhar fazia-a sentir-se presa e só.
Acreditava que os sonhos lhe permitiriam viajar e fazer coisas quase irrealizáveis.
Então ela arriscou… Adormeceu e sonhou.
Porém, pouco tempo depois, o seu sono profundo foi interrompido por um enorme grito:
- Socorro! Socorro! Alguém me ajude!
Quando ela foi ver o que se passava, não viu nada e pensou:
- Será que foi um pesadelo ou terá sido verdade? Não deve ser nada…
Mesmo assim, esperou mais um pouco…
Foi então que escutou novamente o grito. Desceu as escadas e abriu a porta, preocupada. Viu um senhor que passava aterrorizado, que olhou para ela com um ar de reprovação e que lhe disse:
- Aqui é proibido sonhar! Tu estavas a sonhar! Eu senti-o! – exclamou o senhor.
Apavorada, a Vera Zorina deu dois passos para trás… Mas de pouco lhe serviu. O senhor agarrou-a pelo braço com muita força e disse-lhe:
- Não vale a pena fugires, agora vais ter de ir comigo.
- Largue-me! Largue-me! – gritou ela.
O homem pegou então nela ao colo e colocou-a dentro de um carro.
- Para onde me leva? – perguntou apavorada.
Mas ele não lhe respondeu….
Levou-a para a cadeia da cidade e de lá jamais chegou a sair.
Desde esse dia, e com a sua história, nunca mais ninguém naquela zona se atreveu a sonhar.

Tanha Santiago, 8.ºE

O lobo dançarino e a sua banda


Numa pequena vila do interior, viviam três porquinhos que gostavam de tocar e de cantar.
Certo dia, resolveram formar uma banda. Como não sabiam dançar, o porquinho mais velho chegou e disse:
- Vamos precisar de um dançarino.
- Também acho. Tens toda a razão. – disse o porquinho mais novo.
Resolveram, então, pôr um anúncio no jornal.
Houve muitos candidatos ao lugar, por isso pediram ajuda ao seu amigo papagaio.
Quando chegou o primeiro dia das audições, muita foi a confusão e pouco o talento.
Rapidamente chegou o último dia e nada de encontrar um dançarino que lhes agradasse. Desesperados, chamaram um dos últimos pretendentes ao lugar. Antes de entrar, dizia o papagaio:
- Depois de tantos tolos, só nos restam mais duas oportunidades.
- Esperemos que uma delas seja a boa! – exclamou o porquinho do meio.
Quando o lobo entrou, começou logo a dançar. Ele dançou tão bem, que os porquinhos ficaram sem palavras. Então, o papagaio perguntou:
- Sabes dançar Hip Hop?
- Claro que sim! Querem que eu dance? – disse o lobo.
- Sim…Quer dizer não. Não é necessário. Estás contratado! Parabéns! – disse o porquinho mais velho.
- Iup! – exclamou o lobo.
- Podes ir embora. Encontramo-nos amanhã para começar os ensaios.
E assim foi… No dia seguinte encontraram-se todos no mesmo local.
- Onde vamos actuar hoje? – perguntou o lobo, ansioso.
- Calma! Calma! Antes, ainda temos trabalho pela frente! Temos muito que ensaiar. – disse o porquinho mais novo.
- Não és tu que deves dizer o que fazer! – disse, irritado, o porquinho mais velho.
E assim, começaram todos a discutir.
- Parem! Se não pararem eu como-vos. – disse o lobo furioso.
De repente, todos olharam para o chão. O porquinho mais novo tinha feito chichi.
Assustados, os três porquinhos prometeram nunca mais discutir. Assim, a banda pôde finalmente ensaiar.
Passado algumas semanas, começaram enfim o dar concertos.
O público adorava os seus espectáculos e a banda passou a ser a mais famosa da vila.


Solange Semedo, 8.ºE

A casa do Bruxo Mafarrico


No alto de uma montanha, onde o céu parece juntar-se com a terra, vivia o Bruxo Mafarrico.
Mafarrico era engraçado, trapalhão e trocava sempre as palavras mágicas.
Um dia, ele estava em sua casa a tentar fazer um feitiço. Ele dizia:
- Abra… Abra… Cadabra… Abra…
Apesar da sua insistência, o feitiço não resultava.
Furioso, gritava bastante. Os seus gritos conseguiam ouvir-se lá fora.
Nessa altura passava por lá a corte do rei Baltazar.
O rei, ao ouvir os gritos do bruxo, ficou muito curioso e quis ver o que se estava a passar.
Aproximou-se da casa e abriu a porta., dando de caras com o Marrifico extremamente irritado.
Então, disse:
- O que é que se passa aqui?
Mafarrico estava tão zangado que não se tinha apercebido de que alguém tinha aberto a porta. Com as palavras do rei Baltazar, assustou-se de tal maneira que, ao virar-se, lançou sobre o rei um raio mágico, transformando-o numa rosa.
Preocupado com o que aconteceu, Mafarrico foi falar com o seu mestre:
- Oh Mestre! Desculpai-me por estar a incomodá-lo, mas aconteceu uma grande desgraça…Preciso, urgentemente, da vossa ajuda… Aconteceu uma desgraça… Transformei o rei Baltazar numa rosa…
- Só fazes asneiras! És impressionante! Agora só há uma coisa a fazer… mas para isso precisas de sangue de morcego e de uma lágrima de dor.
Então, Mafarrico voltou para sua casa, sentou-se numa cadeira e pensou…
- Sangue de morcego e uma lágrima de dor.
O sangue de morcego não era o problema, pois tinha um frasco no seu armário de porções mágicas. O pior era mesmo a lágrima.
Preocupado, Mafarrico levantou-se e foi até ao jardim de sua casa. Sentou-se em frente à rosa com o sangue de morcego à mão, triste e sem saber o que fazer.
Enquanto pensava, um bruxinho vizinho que brincava com um dragão feroz, atirou com um pedregulho e acertou-lhe no pescoço. A força era tanta e o pedregulho era tão grande e pesado que o Mafarico ficou tonto e cheio de dores.
A dor era tão intensa que não conseguiu reter uma lágrima de dor e esta foi cair mesmo em cima da flor.
Foi então que, de repente, a rosa se transformou novamente no rei Baltazar.
O rei ficou-lhe muito agradecido e ficaram amigos para sempre.

Erven Romário – 8.ºE

A Vera Zorina

Era uma vez uma mulher chamada Vera Zorina que vivia num país onde era proibido sonhar.
Certo dia, quando estava pensando na sua triste vida, começou, sem querer, a sonhar… viajou pelo mundo e sentiu-se feliz.
Quando acordou, foi até à porta, ver a animação da praça, partilhar as aventuras do seu sonho com as pessoas. Encontrou a sua vizinha que lhe disse:
- É muito triste viver neste país! Porque será que não se pode sonhar?
- Não sei. Mas é de facto muito triste viver num país com espiões por todo o lado. Quem pagará estes espiões? - perguntou a Vera Zorina.
- O rei! - exclamou a senhora.”
Esta conversa foi interrompida pela filha da senhora, que a chamava para o jantar. Vera Zorina ficou intrigada com a sua afirmação, mas, sem medo, regressou a casa, sentou-se no sofá e sonhou novamente.
Porém o seu sonho foi curto… Apenas tinha começado a sua viagem, que esta foi brutalmente interrompida pela bofetada de um espião, que agarrou nela e a levou para uma masmorra do Castelo do rei.
Mas de nada serviu… a Vera Zorina continuava a sonhar.
O rei, furioso, fazia de tudo para conseguir que ela parasse de sonhar, mas ela não era capaz.
Já desesperado, decidiu deixá-la na masmorra sem luz, sem comida e sem água. Mas nada… Ela continuava.
A pedido do rei, um dos seus serviçais cientistas conseguiu inventar uma máquina que tinha como capacidade tirar os sonhos às pessoas.
Esperançoso, o rei ordenou imediatamente que fosse tirada à Vera Zorina a possibilidade de sonhar.
Porém, para espanto de todos, a máquina não funcionava com a Vera Zorina. Desiludido e já sem ideias, o rei desistiu. Foi então que a Vera Zorina foi ter com ele e lhe perguntou:
- Porquê? Por que é que o senhor não nos deixa sonhar?
O rei só respondeu:
- Não! Porque não!
- Enquanto não me disser por é que não nos deixa sonhar, eu não vou parar de sonhar. - afirmou a Vera Zorina.
- Está bem eu digo! – disse então o rei .- Há muito, muito tempo, uma velha bruxa veio a minha casa e pediu-me de comer. Como, nessa altura, eu era muito egoísta ,não lhe dei nada. Então, a bruxa ficou furiosa e fez um feitiço a todo o meu reino: se as pessoas sonhassem muito o reino desapareceria.
Finalmente, a Vera Zorina entendeu as razões das perseguições e desta proibição. Ficou muito triste e prometeu que ela mesma iria ter com a bruxa e fazer tudo para quebrar esse feitiço.
Decidida, no dia seguinte, partiu para as montanhas à sua procura.
Escalou a montanha com muitas dificuldades. De facto, foram muitas as vezes que escorregou, mas nunca desistiu.
Passados três dias, a Vera Zorina chegou finalmente ao topo da montanha mais alta, onde vivia a bruxa. Não foi preciso procurá-la, pois a bruxa sentiu logo a sua presença e foi ter com ela.
- Como te atreves a vir até aqui!!! Não tens amor à vida?
- Tenho amor à vida… mas viver num país sem sonhar é muito triste. - disse a Vera Zorina.
- Devias falar com o teu rei. Ele é que é o culpado de toda essa história. - respondeu a bruxa.
- Em nome do rei e do seu povo, suplico-te que desfaças este feitiço.
- Mas como poderia eu fazer? Que me seria dado em troca? – perguntou ela.
- Fecha os olhos, pensa com o coração e sonha também tu. Verás o quanto é bom sonhar e o quanto te faz sentir bem. – respondeu a Vera Zorina.
A bruxa fechou então os olhos… a pouco e pouco a sua cara antipática foi deixando aparecer um sorriso de bem-estar. Assim esteve durante algum tempo.
Quando abriu os olhos, parecia outra… Já não era a bruxa malvada que todos odiavam.
- Agora entendo a importância dos sonhos. Regressa à cidade descansada, pois vou já retirar o feitiço que fiz há anos. Contudo, tens de prometer que a partir de hoje, poderei descer à cidade, sem ser perseguida nem maltratada. – disse a bruxa.
_ Aqui fica a promessa. – afirmou a Vera Zorina.
E assim foi… desde esse dia, toda a gente passou a poder sonhar sem medo e a presença da bruxa na cidade passou a ser vista com agrado.

Onésimo Silveira – 6.ºJ

Na ilha do rei Suspiro


Antigamente, na ilha onde tudo é possível, dizia-se que vivia um monstro com sete cabeças muito mau.
Essa ilha ficava no reino do rei Suspiro. Este rei passava o seu tempo a suspirar, pois não conseguia apanhar o monstro, que atormentava o seu povo.
Cansado e desesperado, sem solução, pediu ajuda aos reis vizinhos.
Um dia apareceu um cavaleiro a quem o rei perguntou:
- Quem vem aí?
- Sou eu, o cavaleiro que o vem ajudar a tirar o monstro das sete cabeças daqui.
O rei disse:
- Se tu queres derrotar o monstro, tens de encontrar a espada mágica desaparecida há muito tempo.
No dia seguinte o cavaleiro foi à procura da espada. Quando a encontrou levou-a para o castelo.
Então, o rei avisou-o de que o monstro iria atacar o castelo nessa noite.
- Eu estou pronto! Não se preocupe. – disse o cavaleiro.
E assim foi… Quando o monstro atacou o castelo, o cavaleiro matou o monstro sem medo e com apenas um golpe.
Quando o rei acordou, nem queria acreditar no que viu… O monstro estava pendurado na praça central como troféu.
Como forma de agradecimento, o rei deu um saco de dinheiro ao cavaleiro, que partiu muito contente.
Desde esse dia, o rei Suspiro deixou de suspirar e viveu tranquilo com o seu povo.

José Valdo – 6.ºC

domingo, 21 de março de 2010

Trabalho de Projecto - Apresentação da minha escola

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Esta imagem mostra-nos os alunos numa sala de aula de serrilharia mecânica. Eles estão a aprender a trabalhar nas máquinas e com o ferro.
Na parte superior estão os tubos que servem para aspirar o calor das máquinas. A cor dos tubos é preta e tem uma forma redonda, para além disso, há tubos de gás que servem para aspirar o ar lá de fora.
No centro estão as máquinas de soldar ou de cortar, a máquina de desbastar e a máquina de demolir ferro. Os meus colegas estão a cortar o computador para o arranjar. Eles usam batas azuis e luvas de várias cores, óculos e tampões para se protegerem. O Nelson está ao pé da máquina de cortar, Pedro está de pé, ao lado do colega.



Kelton Veiga – 8ºSM1
Sou cor-de-rosa,
Vivo no mar,
Tenho um bico comprido
Existo só nos rios da América do Sul.
O meu nome é _ _ t_ – _ _ _ – _ _ – _ _ _ _

Sou do Pólo Sul.
Como peixe e sou uma ave marinha.
Vivo entre 15 a 20 anos.
Nós já não voamos, agora nadamos.
Os nossos inimigos são: o leão-marinho, a foca e a orca.
O meu nome é _ _ _ _ _i_

Situa-se no Sul de Portugal, no distrito de Faro.
Tem uma população de 36 000 habitantes.
O feriado da cidade é no dia 11 de Dezembro.
Nesta cidade podemos visitar a Capela de São José e o Convento de São Francisco.
Que cidade sou eu? _________________________


Luzilete Gomes - 7ºH

Os três porquinhos e a sua banda


Num dia de sol, três porquinhos gordinhos e simpáticos resolveram formar uma banda. Tinham baterista, dançarino, mas precisavam de um vocalista e por isso resolveram publicar um anúncio no jornal para encontrarem um pretendente.
No dia seguinte, ficaram pasmados porque quem se tinha candidatado foi o lobo. Eles estavam pasmados porque ele era mau, tinha dentes afiados, comia as galinhas dos vizinhos e se pudesse comia alguns porquinhos. Os porquinhos consideravam-no violento e alguém em quem não se podia confiar.
A seguir ouviram os candidatados a cantar, depois disso tinham de escolher o melhor vocalista de música rock. O rock é um tipo de música muito barulhento e por causa disso os três porquinhos arranjaram o sítio mais adequado para ensaiar, a floresta. Quando ensaiavam faziam muito barulho e os vizinhos queixavam-se, as casas tremiam e os animais fugiam.
Passaram dois dias de audições, os porquinhos estavam cansadíssimos e fartos de ouvir os concorrentes. Os porquinhos como eram muito exigentes, davam importância a todos os detalhes, escolheram o lobo porque ele tinha todas as características que eles pretendiam. Afinal, o lobo tinha-os enganado porque cantava em playback, mas eles não suspeitavam de nada.
Um dia, na floresta, depois de um concerto, o lobo abriu a sua grande boca para comer os três porquinhos, mas não conseguiu porque eles começaram a correr. O lobo parou porque estava muito cansado, eles também pararam e um deles disse-lhe:
- Tu és um traidor, nós demos-te uma oportunidade para seres famoso, teres os fans que tu quisesses e tu desperdiçaste-a. O lobo muito furioso por não os ter comido, desapareceu e nunca mais voltou.
Um dos porquinhos passou a ser o vocalista e fizeram muito sucesso.

Luzilete Gomes – 7ºH

domingo, 14 de março de 2010

Resumo de notícias sobre a Poluição dos rios

Poluição no rio Tejo

No dia 9 de Setembro, Samuel Infante, representante da Quercus, esteve no rio Tejo, nas Portas de Ródão (nos concelhos de Vila Velha de Ródão e de Nisa) e viu a poluição causada por uma grande mancha de algas e pela redução do caudal.
O aumento da temperatura, a poluição vinda de Espanha, dos esgotos, da agricultura e a falta de chuva são as causas desta situação. Samuel Infante acrescenta que quando há muita água a poluição é diluída, mas como agora há pouca água a poluição está concentrada. «A Quercus referiu uma das medidas para resolver este problema de “enverdecimento” do rio Tejo: a colocação de redes dentro do rio para recolher a azola mecanicamente.

Aterro ilegal no rio Trancão


A Câmara Municipal de Loures cancelou o aterro ilegal da Transai, na margem esquerda do rio Trancão, no dia 5 de Junho. A câmara embargou o aterro porque aumentava o perigo de cheias em Sacavém uma vez que as terras isolam o solo e aumentam a pressão das águas.
O aterro foi embargado e a câmara começou a investigar a Transai, de seguida, esta empresa vai apresentar os argumentos em sua defesa.
Por último, se a empresa for culpada, a câmara talvez a obrigue a fazer a limpeza dos terrenos.


Mário Pamente – 7ºC

Trabalho de Projecto - A poluição

Poluição do solo

A poluição do solo é causada pelos lixos que nós deixamos na rua, no jardim, na cidade ou na mata quando fazemos piqueniques. Polui-se o solo quando se deixam resíduos (detritos/restos) em lixeiras a céu aberto. Este lixo pode contaminar o solo, não se podendo produzir ou plantar nada. O solo fica estéril, improdutivo.

Poluição da água

A água pode ser contaminada de muitas maneiras, por exemplo, por acumulação dos lixos e detritos junto das fontes ou pelos esgotos domésticos e industriais que as cidades lançam nos rios e nos mares.

Poluição do ar

Existem várias causas que originam a contaminação do ar:
- o fumo que sai das chaminés das fábricas;
- o fumo (dióxido de carbono) que sai pelos tubos de escape dos meios de transporte;
A poluição do ar estraga ou prejudica as plantações e os animais também podem ficar doentes.

Poluição luminosa

A poluição luminosa é provocada pelo desperdício (gasto sem regra) da luz nocturna. Numa cidade, à noite, o céu parece menos estrelado do que numa aldeia e isso deve-se à iluminação artificial.

O que é a desflorestação?

A desflorestação é o desaparecimento das florestas por causa da mão do Homem. Ele destrói as florestas para ter espaço para o trabalho agrícola, para obter madeira, fazer papel, móveis, entre outras coisas.

Quais são as consequências da desflorestação?

Uma das consequências da desflorestação é o aumento da poluição atmosférica ou aquecimento global. Se cortarmos as árvores ficamos sem oxigénio o que faz com que aumente o dióxido de carbono e que o ar que respiramos fique poluído.
A desflorestação faz com que a biodiversidade de uma região comece a desaparecer. A biodiversidade é a diversidade das várias espécies de animais e plantas que existem na natureza.



Luzilete Gomes – 7ºH

Resumo da notícia "Água dos rios portugueses chumba na qualidade"


No dia nacional da água, 1 de Outubro, a Quercus, representada por Hélder Spínola, divulgou um estudo acerca dos rios de Portugal. Este estudo mostrava que a água dos nossos rios tem apresentado, nos últimos anos, uma qualidade má ou muito má, em mais de 30% dos casos. O que revela a gravidade da situação e a urgência do estabelecimento de medidas eficazes que eliminem a origem da poluição. Esta situação acontece, por exemplo, devido à poluição da ribeira dos Milagres provocada pelos afluentes de suiniculturas (criação de porcos) do rio Alviela, por causa das indústrias dos curtumes (curtir ou preparar couros e peles para os conservar). Outro exemplo é o do rio Ave onde existe poluição graças aos esgotos industriais e domésticos. Estes são só alguns dos exemplos mais conhecidos em que os governos têm feito promessas e dizem tomar medidas mas na prática não se consegue resolver o problema.


Luzilete Gomes – 7ºH

Descrição de imagem de Michael Jackson


Nesta imagem, vejo Michael Jackson a dançar e talvez a cantar. À volta dele está tudo escuro, mas se calhar ele deve estar num palco com pessoas a gritar.
Michael Jackson está a vestir uma blusa e umas meias brancas, um chapéu, umas calças e uns sapatos pretos. A forma do chapéu é esférica na parte de baixo e a parte de cima parece uma águia com o reflexo da luz. Ele está a dançar com a mão na barriga, a outra está esticada para fora e as pernas estão flectidas, uma está atrás da outra. Com os reflexos das luzes, as meias de Michael brilham como a luz do sol e estão presas nas calças. Com o brilho das luzes, o casaco parece que tem brilhantes.

Wanda Van-Dúnem – 5ºD

A vida de Michael Jackson


Ele nasceu no dia 29 de Agosto de 1959 na cidade de Gary, Indiana, nos Estados Unidos da América. O seu pai chama-se Joseph Jackson e a sua mãe Katherine Jackson. Michael Jackson tinha 50 anos quando morreu.
O animal preferido dele era um chimpanzé chamado Bubbles e uma cobra chamada Muscles. A cor preferida dele era a cor da pele das pessoas. A música preferida de Michael era “SMAIL” de Charles Chapim.
No dia 27 de Janeiro de 1984, o rei da pop sofreu um ligeiro acidente no cabelo enquanto gravava uma música comercial para a televisão. O cantor estava a dançar para a câmara e o fogo-de-artifício saltava ao mesmo tempo. De repente, o fogo saltou para o cabelo e o cantor rebolou pelas escadas a baixo a gritar “ MY HAIR”.
Michael Jackson era muito vaidoso porque que comprou um fato azul coberto por 300.000 cristais SWAROVSKI. O cantor planeava viajar para a capital londrina no início de Julho de 2009.
Quando foi transmitida uma curta-metragem do cantor, que tinha dez minutos de duração, gerou/criou controvérsia/discussão/polémica porque mostrava o astro a quebrar a vitrine de umas lojas e a destruir um carro com um pé de cabra.


Wanda Van-Dúnem – 5ºD

O menino cabeludo


Era uma vez um menino chamado “Cabeludo” que não tinha cabelo. Um dia de noite, o Flávio, que era o melhor amigo dele, estava na rua a brincar sozinho e como gostava muito dele chamou-o para irem brincar. Ele tinha poucos amigos. A Tatiana e o Flávio eram os únicos. Os outros miúdos gozavam com ele porque não tinha cabelo. A Tatiana como gostava muito dele emprestava-lhe perucas. Os meninos mal comportados como viam que não era cabelo verdadeiro, mas antes uma peruca, puxavam-lha, punham-na no lixo. Ele ficava muito zangado e irritado e gritava com eles.
A Tatiana pensou bastante e encontrou uma solução para ajudar o amigo: punha cola na cabeça e a peruca por cima. Esta solução não resultou porque quando ele ia para a rua a peruca saia. E pensaram noutro plano: puseram muitas fitas na peruca, mas fazia comichão e caía na mesma. Pensaram noutra forma de resolver o problema: levavam-no à feiticeira para ver se encontrava um feitiço para crescer o cabelo. A feiticeira ajudava-o com a água mágica que fazia com que a água crescesse.
Para fazer o feitiço ele precisava da água mágica que estava num poço com jibóias e escaravelhos e encontrava-se num sítio muito, muito longínquo e difícil de encontrar. Ficava no Zimbabué, na Ilha das Cores.
Para encontrar a água mágica pediram ajuda à mãe do Flávio e ao pai da Tatiana. O pai da Tatiana tinha um cassetete que dava choques e a mãe do Flávio tinha uma corda tão enorme. A mãe do Flávio também era piloto e conduzia aviões e levou-os a te lá. Quando chegaram lá, o Flávio deu um choque nas cobras nos escaravelhos também. Muito depressa, a Tatiana atirou a corda e o menino Cabeludo foi buscar a água e pôs dentro de um jarro.
De seguida, levou o jarro na mão e segurou-o com cuidado para não cair, se caísse virava-se o feitiço contra o feiticeiro. Demoraram três horas a chegar a Portugal. Quando chegaram, foram logo ter com a feiticeira. A bruxa fez o feitiço e o menino Cabeludo ficou muito contente porque já tinha cabelo. Assim que chegou à escola em vez de os meninos mal comportados gozarem com ele, foi o menino que gozou com eles.
Vladimiro Ribeiro - 5ºE